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    "Dormindo com os olhos abertos", assim se sentem motoristas           que usam drogas para cumprir jornada pesada nas estradas 

Caminhoneiro foi flagrado  pela Polícia Rodoviária Estadual (BPRv) com substância entorpecente, na noite de quarta-feira (3), na RJ 224, na altura do KM 23, no município de São Francisco de Itabapoana, durante uma fiscalização de trânsito. o homem portava três comprimidos de Nobésio/rebites

Um caminhoneiro foi flagrado  pela Polícia Rodoviária Estadual (BPRv) com substância entorpecente.  , na noite de quarta-feira (3), na RJ 224, na altura do KM 23, no município de São Francisco de Itabapoana, durante uma fiscalização de trânsito. O homem portava consigo comprimidos de anfetamina (Nobésio/rebite) droga muito usada por motoristas profissionais para inibir o sono e prolongar a viagem, desrespeitando assim, a lei do descanso, bem como potencializando o risco de acidentes nas rodovias.
Eram quase 19 horas, quando os agentes da 4ª Cia fiscalizavam trecho da rodovia e abordou um caminhão que seguia destino SFI/Campos.
Segundo o comandante da 4ª Cia/BPRv, major Daniel Frederico, após consultas e averiguação no veículo, os policiais encontraram dentro da cabine do caminhão três comprimidos que pareciam com Nobésio Forte. O condutor confirmou que tratava-se de anfetaminas e que não tinha ciência que seu porte e uso eram ilícitos.
De acordo com a bula do fabricante, a droga, que tem sua venda proibida pela ANVISA, é um anorexígeno indicada para o tratamento da obesidade. A anfetamina é um estimulante do sistema nervoso central e faz com que o cérebro trabalhe mais depressa e causa nas pessoas a sensação de diminuição da fadiga. Assim, a pessoa consegue efetuar atividades, como dirigir e estudar, por mais tempo, sem se cansar.
Dentre os efeitos colaterais do uso dessa droga, temos tanto alterações fisiológicas como comportamentais. Em baixas doses, a pessoa apresenta insônia, perda de apetite, taquicardia e dilatação dos olhos (este efeito é prejudicial aos motoristas, pois à noite sua visão pode ser ofuscada pelos faróis dos carros em sentido contrário). Porém, com o aumento da dose surgem efeitos como aumento da pressão arterial, impotência sexual, distúrbios gastrointestinais, irritabilidade, paranoia etc.

Estudos recentes das Pol[íciais Rodoviárias Federal e estaduais de todo Pais revela que o Brasil vem registrando um grande aumento no consumo de drogas por motoristas profissionais. A principal motivação é conseguir resistir às pesadas jornadas de trabalho. As consequências dessa prática para a saúde dos motoristas são muito graves e, além disso, aumentam o comportamento de risco e os acidentes nas estradas. Vários estudos científicos há mais de 10 anos alertam para a necessidade de combater com rigor esse problema. E algumas das principais conclusões dessas investigações são apresentadas neste novo trabalho do SOS Estradas, em prol da redução de acidentes rodoviários.
Os trabalhos e estudos do SOS Estradas tem sempre caráter pragmático, por isso as fontes, links e informações estão disponíveis no próprio texto. Buscar essencialmente situações concretas, fatos reais, para ilustrar o problema e suas possíveis soluções.
Diariamente matérias veiculadas nos principais meios de comunicação do país revelam o crescimento do uso de drogas por caminhoneiros e motoristas de ônibus, bem como o aumento do transporte rodoviário de drogas. Os subsídios fornecidos pela imprensa para este tema, também representam uma contribuição importante para as autoridades e não deve ser negligenciado. Por isso, o SOS Estradas elenca várias dessas matérias que dão um panorama mais realista da dimensão do problema e de suas consequências nas estradas.
O consumo de drogas por motoristas profissionais está criando dependentes e contribuindo para a expansão do tráfico em todo país, pela capilaridade da atividade de transporte rodoviário. Motoristas passam de usuários a transportadores das drogas, e alguns até se tornam traficantes.
A Resolução Nº 460/2013 do Contran traz uma nova arma para o combate ao uso de drogas por motoristas profissionais pois adiciona aos exames médicos obrigatórios para habilitação e renovação profissional das categorias C, D e E, o exame toxicológico de larga janela, popularmente conhecido como teste de cabelo, que permite, com a coleta de pequena quantidade, identificar se o doador utilizou drogas nos últimos 90 dias. O uso desses exames está produzindo resultados impressionantes em vários setores em que a segurança é fundamental. Inclusive no setor de transporte rodoviário. O SOS Estradas, sob a luz dessas experiências, acredita que estamos no limiar de uma nova fase no transporte rodoviário seguro. Para isso, os exames de larga janela poderão dar uma contribuição inestimável e este trabalho procura demonstrar a importância de utilizar esta arma a favor do transporte responsável.

por: Sandra Santos
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O ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira franco são soltos pela Justiça


Desembargador federal Ivan Athié, do TRF2, concedeu o habeas corpus nesta segunda-feira (25), dias depois de serem presos pela Lava Jato do rio de Janeiro.
O desembargador federal Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), mandou soltar nesta segunda-feira (25), ex-presidente Michel Temer, preso pela Lava Jato do Rio de Janeiro na manhã da última quinta-feira (21).As 18h45 ele deixou uma das salas da Superintendia da PF, que foi montada para ele desde a prisão, há cinco dias.
De acordo com informações do jornal O estado de São Paulo, Athié concedeu o habeas corpus a Temer, a Moreira franco e a outros seis envolvidos,

O ex-presidente foi detido em São Paulo por agentes da Polícia Federal. Segundo o Ministério Público, o ex-presidente e outras nove pessoas são alvos da operação Radioatividade, que é desdobramento da Lava Jato. no mesmo dia, o ex-ministro Moreira franco também recebeu voz de prisão

As investigações apontam que Michel Temer é líder de uma organização que recebeu propina na construção da usina nuclear de Angra 3 por meio de contratos com empreiteiras.

Os suspeitos são investigados pelos crimes de cartel, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais e fraudes à licitação.

Fonte: R7

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Dois meses da tragédia em Brumadinho confirmada morte de 212 pessoas e Vale tem bilhões bloqueados pela justiça.

Montante visa a assegurar recursos para reparar não apenas os danos causados na tragédia ocorrida em 25 de janeiro, mas também os prejuízos provocados pelas evacuações ocorridas em cidades onde outras estruturas teriam risco de se romper.
Exatos dois meses após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão em Brumadinho (MG), a mineradora Vale tem R$13,65 bilhões bloqueados pela justiça. O montante visa a assegurar recursos para reparar não apenas os danos causados na tragédia ocorrida em 25 de janeiro, mas também os prejuízos provocados pelas evacuações ocorridas em cidades onde outras estruturas teriam risco de se romper.
A Defesa Civil de Minas Gerais já confirmou a morte de 212 pessoas, outras 93 estão desparecidas. Além disso, quase mil pessoas que moram próximas a barragens da Vale estão fora de suas casas, não apenas em Brumadinho, mas também nos municípios mineiros de Barão de Cocais, Nova Lima, Ouro Preto e Rio Preto.
O primeiro bloqueio de recursos da Vale ocorreu já na noite de 25 de janeiro, na mesma sexta-feira do rompimento. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) bloqueou R$1 bilhão no âmbito de um processo aberto pelo governo de Minas Gerais para cobrar a reparação dos danos. Posteriormente, a mineradora foi autorizada a assegurar R$ 500 milhões desse total bloqueado na forma de garantias com liquidez corrente, fiança bancária ou seguros. Os outros R$ 500 milhões permanecem sendo recursos financeiros que a empresa não pode movimentar de suas contas.
Nos dois dias subsequentes à tragédia, a mineradora foi impedida de movimentar mais R$ 10 bilhões, dessa vez, atendendo pedidos formulados em ação civil pública movida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Em 26 de janeiro, foram travados nas contas da Vale R$ 5 bilhões com o objetivo de assegurar recursos para recuperar o meio ambiente e, no domingo, em 27 de janeiro, outros R$ 5 bilhões com intuito de garantir a reparação dos danos causados aos atingidos.
A Justiça trabalhista bloqueou mais de R$1,6 bilhão ainda em janeiro, atendendo a pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT). Esses recursos se destinam a garantir indenizações trabalhistas, tendo em vista que grande parte das vítimas afetadas em Brumadinho é formada por empregados da Vale e de empresas terceirizadas que prestam serviço à mineradora. De acordo com a decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), R$ 800 milhões do total de R$1,6 bilhão bloqueados são exclusivamente para garantir a indenização por danos morais coletivos.
Os bloqueios de R$ 1 bilhão e de R$ 10 bilhões determinados pelo TJMG respectivamente nas ações movidas pelo governo de Minas Gerais e pelo MPMG e de R$1,6 bilhão definidos no âmbito da Justiça Trabalhista totalizam R$12,6 bilhões para assegurar reparação dos prejuízos causados na tragédia de Brumadinho. Além desse montante, mais R$ 1,05 bilhão foi travado das contas da Vale em decorrência de evacuações em outras cidades de Minas Gerais.
Para assegurar o reparação dos prejuízos causados aos moradores que foram retirados de suas casas em Barão de Cocais (MG), o TJMG concordou no início do mês com o bloqueio de R$0,05 bilhão. Posteriormente, há cerca de duas semanas, uma nova decisão impediu a mineradora de movimentar mais R$ 1 bilhão com o objetivo de garantir recursos voltados à reparação dos danos sofridos pela população afetada na evacuação em Macacos, distrito de Nova Lima (MG). Essas duas decisões atenderam a pedidos formulados pelo MPMG e pela Defensoria Pública de Minas Gerais.
Tramitam ainda outras ações em que o MPMG requer bloqueio de recursos, nas quais ainda não houve decisão da Justiça. No documento movido no dia, 13 de maio, por exemplo, pede-se que a mineradora fique impossibilitada de movimentar R$ 50 bilhões com o intuito de garantir o custeio das ações de reparação ambiental na região atingida pela lama.
O total de R$ 13,65 bilhões bloqueados é mais que o dobro do que foi gasto até hoje com a reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG), ocorrido em novembro de 2015, quando se rompeu uma barragem da Samarco, que tem a Vale como um de suas acionistas juntamente com a anglo-australiana BHP Billiton. Cerca de R$ 5,26 bilhões foram empregados até o fim do ano passado, segundo dados da Fundação Renova, que é mantida com recursos das três mineradoras e tem a responsabilidade de gerir as ações necessárias. Para o ano de 2019, o orçamento prevê a destinação à reparação de mais R$ 2,94 bilhões, dos quais 36% exclusivamente para indenizações e auxílios mensais aos atingidos.

Fonte: Agência Brasil

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Vídeo mostra assassino atirando em funcionários e alunos de escola em Suzano.


Uma câmera de segurança registrou o momento em que Guilherme Taucci Monteiro entra na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, e atira em quem estava logo após a porta de entrada. O vídeo, obtido pela SP2 e entregue à Polícia mostra o momento em que Monteiro entra na escola, saca a arma e aponta para as vítimas. O ataque planejado dois dois ex-alunos da escola, deixou dez pessoas entre professores, funcionários e alunos, incluindo os dois assassinos. Deixa 11 feridos a tiros e com machado.
Ele entra pela porta, caminha pela sala, deixa um caderno e a arma está na cintura. Ele tira a arma e atira contra alunos e funcionários. Depois, um segundo assassino, Luiz Henrique de Castro, entrou e atacou as pessoas já caídas.
                        
                          Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, os assassinos de Suzano

Um dos assassinos teria matado o comparsa e depois teria se matado, segundo informações da polícia. A investigação aponta que Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, matou Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e depois se suicidou.
Segundo a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. E que andavam pesquisando na internet massacres em escolas dos Estados Unidos.
Os dois alunos eram ex-alunos da Escola Estadual Raul Brasil, alvo do ataque, disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos. De acordo com ele, os cinco alunos assassinados tinham entre 15 e 17 anos de idade. Também foram mortos duas funcionárias do colégio e o proprietário de uma loja próximo ao local.
Segundo o secretário, ainda não se sabe a motivação do crime. "É a grande busca: qual foi a motivação dos antigos alunos", disse Foram feitas buscas na casa dos assassinos, e a polícia recolheu pertences dos dois.
Monteiro deixou a escola no ano passado após "problemas" – o secretário não foi claro se ele foi expulso ou se saiu por conta própria.

Vítimas de Susano:


1.Caio Oliveira, 15 anos, estudante.
2.Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante.
3.Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
4.Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante.
5.Samuel Melquiades Silva Oliveira, 16 anos, estudante.
6.Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária.
7.Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, coordenadora pedagógica.
8.Guilherme Taucci Monteiro - 17 anos, assassino.
9.Luiz Henrique de Castro - 25 anos, assassino.
10.Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, tio de Guilherme.

Fonte : G1
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Vídeo mostra assassino atirando em funcionários e alunos de escola em Suzano.


Uma câmera de segurança registrou o momento em que Guilherme Taucci Monteiro entra na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, e atira em quem estava logo após a porta de entrada. O vídeo, obtido pela SP2 e entregue à Polícia mostra o momento em que Monteiro entra na escola, saca a arma e aponta para as vítimas. O ataque planejado dois dois ex-alunos da escola, deixou dez pessoas entre professores, funcionários e alunos, incluindo os dois assassinos. Deixa 11 feridos a tiros e com machado.
Ele entra pela porta, caminha pela sala, deixa um caderno e a arma está na cintura. Ele tira a arma e atira contra alunos e funcionários. Depois, um segundo assassino, Luiz Henrique de Castro, entrou e atacou as pessoas já caídas.
                        
                          Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, os assassinos de Suzano

Um dos assassinos teria matado o comparsa e depois teria se matado, segundo informações da polícia. A investigação aponta que Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, matou Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e depois se suicidou.
Segundo a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. E que andavam pesquisando na internet massacres em escolas dos Estados Unidos.
Os dois alunos eram ex-alunos da Escola Estadual Raul Brasil, alvo do ataque, disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos. De acordo com ele, os cinco alunos assassinados tinham entre 15 e 17 anos de idade. Também foram mortos duas funcionárias do colégio e o proprietário de uma loja próximo ao local.
Segundo o secretário, ainda não se sabe a motivação do crime. "É a grande busca: qual foi a motivação dos antigos alunos", disse Foram feitas buscas na casa dos assassinos, e a polícia recolheu pertences dos dois.
Monteiro deixou a escola no ano passado após "problemas" – o secretário não foi claro se ele foi expulso ou se saiu por conta própria.

Vítimas de Susano:


1.Caio Oliveira, 15 anos, estudante.
2.Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante.
3.Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
4.Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante.
5.Samuel Melquiades Silva Oliveira, 16 anos, estudante.
6.Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária.
7.Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, coordenadora pedagógica.
8.Guilherme Taucci Monteiro - 17 anos, assassino.
9.Luiz Henrique de Castro - 25 anos, assassino.
10.Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, tio de Guilherme.

Fonte : G1
JNF | Jornal Notícias em Foco - Jornalismo Inovador! Foco, Ética e Verdade!
 Vamos falar de conscientização perante a violência doméstica contra a mulher e os possíveis impactos psicológicos.
                                                                          Psicólogos:

Dra. Brunna Soares Manhães Torquato
CRP 05/54894
Dr. André Luis Gonçalves Reis Villaça
CRP 05/54889
Dra. Iris Malafaia Gomes
CRP 05/54903

O quadro social no Brasil, relacionando-se a ele à mulher, não é um dos mais favoráveis. A violência conjugal é motivo de grande preocupação para a psicologia e para a saúde pública em geral, devido aos altos índices de prevalência do fenômeno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou em 2018, que uma em cada três mulheres no Brasil afirma já ter sofrido algum tipo de violência cometida pelo parceiro. Relatos de mulheres violentadas implica um conjunto de sentimentos relacionados com a violência, que vão desde a confusão sobre o que provoca a violência, até sentimentos de desespero sobre a impotência em parar com o agravamento da situação.

No Brasil, 75% da violência cometida contra a mulher acontecem no âmbito familiar e os agressores são na maioria das vezes os companheiros com quem mantém ou mantiveram uma relação afetiva. A cada 15 segundos uma mulher sofre violência doméstica, ou seja, a cada minuto quatro mulheres são espancadas, sem considerar o tempo em que não é cronometrado quando a mulher sofre abuso psicológico, definido esse como qualquer ato ou comportamento por meio de intimidação, ofensa ou constrangimento que nem sempre é provocado pela dor física e sim provocado por um dano emocional como a diminuição da autoestima, humilhação, constrangimento, manipulação, perseguição ou qualquer que seja o meio de causar prejuízo à saúde psicológica da mulher.

Por ser subjetiva e de difícil identificação, a violência psicológica na maioria das vezes é negligenciada até por quem sofre, por não conseguir perceber que ela está acontecendo, à medida que suas ações são sutis e camufladas por ações de cuidado e acolhimento. Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para está em uma relação abusiva, comportamentos que mostrem afronta a integridade emocional, autonomia, ciúme descontrolado de uma pessoa podem ser formas de violência psicológica.

A lei Maria da Penha (2006) é um marco no combate a violência contra a mulher, pois a partir da Lei 11.340, de sete de Agosto de 2006 que tem como símbolo a luta da primeira vítima de tentativas brutais de violência pelo seu marido, à lei ganha o nome da vítima, em virtude da repercussão do caso. Este caso se tornou ícone da luta de abusos físicos, psicológicos e morais sofridos pela mulher, pois retrata aspectos culturais, machistas e patriarcais presentes em nossa sociedade.

O combate à violência contra a mulher adulta requer um diálogo constate com a sociedade refletindo e buscando modificações nas políticas de assistência a esta população. Através da informação e campanha de prevenção para favorecimento de uma mobilização sobre os direitos e orientação sobre o que a sociedade disponibiliza como dispositivo institucional de ajuda a estas mulheres. 

Considerando assim, que a violência contra a mulher adulta tem sido identificada como um fenômeno que impacta um grande número de mulheres e que expõe a violência vitimando não apenas a mulher e sim a família como um todo de uma forma direta e indireta, com isso, faz-se necessário à avaliação das intervenções com a população vitimizada, é preciso então discutir formas de intervenção que auxiliem no atendimento as mulheres vítimas de violência.

No atendimento à vítima, é oportunizada a utilização da terapia como auxílio, neste momento o terapeuta deverá traçar estratégias junto à vítima para que a mesma seja inserida num contexto familiar e social seguro, o mesmo tem a função de auxiliar essa vítima a enfrentar seus conflitos gradualmente, tirando-a do papel de vítima e reestabelecendo o controle da sua própria vida.

A utilização da Terapia com mulheres vítimas de violência, tem se desenvolvido de forma constante e gradual. O que antes era utilizado no tratamento de transtornos mentais que são alterações do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa na vida familiar, social, hoje vem sendo adaptado para intervenção de ordem emocional que é a forma como o organismo reage a um acontecimento, acompanhado por um estado afetivo, penoso ou desagradável. 

Afinal, a violência contra a mulher não deve ser considerada como algo natural, pelo contrário, muitas vezes pode ser agressivo tanto para essa mulher quanto para a sociedade, essa violência está associada à perda de controle contra esse combate, ou seja, contra essa transformação dos papéis de gênero, à medida que a sociedade continuar a fingir que não existe abuso perante a mulher, será difícil conseguir inativar os prejuízos causados por este.

O comportamento destrutivo e a violência sempre estiveram lá, na sociedade, pois, na vida não podemos evitar que as nuvens da desgraça sobrevoem perante nosso dia, no entanto a sociedade tem um enorme compromisso em formar limites a esses agressores e com isso acolher suas vítimas e assim temos o poder de impedir que elas continuem. É de máxima urgência que a sociedade tenha consciência e consiga mudar essa atual realidade. Precisamos falar sobre isso.
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 Vamos falar de conscientização perante a violência doméstica contra a mulher e os possíveis impactos psicológicos.
                                                                          Psicólogos:

Dra. Brunna Soares Manhães Torquato
CRP 05/54894
Dr. André Luis Gonçalves Reis Villaça
CRP 05/54889
Dra. Iris Malafaia Gomes
CRP 05/54903

O quadro social no Brasil, relacionando-se a ele à mulher, não é um dos mais favoráveis. A violência conjugal é motivo de grande preocupação para a psicologia e para a saúde pública em geral, devido aos altos índices de prevalência do fenômeno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou em 2018, que uma em cada três mulheres no Brasil afirma já ter sofrido algum tipo de violência cometida pelo parceiro. Relatos de mulheres violentadas implica um conjunto de sentimentos relacionados com a violência, que vão desde a confusão sobre o que provoca a violência, até sentimentos de desespero sobre a impotência em parar com o agravamento da situação.

No Brasil, 75% da violência cometida contra a mulher acontecem no âmbito familiar e os agressores são na maioria das vezes os companheiros com quem mantém ou mantiveram uma relação afetiva. A cada 15 segundos uma mulher sofre violência doméstica, ou seja, a cada minuto quatro mulheres são espancadas, sem considerar o tempo em que não é cronometrado quando a mulher sofre abuso psicológico, definido esse como qualquer ato ou comportamento por meio de intimidação, ofensa ou constrangimento que nem sempre é provocado pela dor física e sim provocado por um dano emocional como a diminuição da autoestima, humilhação, constrangimento, manipulação, perseguição ou qualquer que seja o meio de causar prejuízo à saúde psicológica da mulher.

Por ser subjetiva e de difícil identificação, a violência psicológica na maioria das vezes é negligenciada até por quem sofre, por não conseguir perceber que ela está acontecendo, à medida que suas ações são sutis e camufladas por ações de cuidado e acolhimento. Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para está em uma relação abusiva, comportamentos que mostrem afronta a integridade emocional, autonomia, ciúme descontrolado de uma pessoa podem ser formas de violência psicológica.

A lei Maria da Penha (2006) é um marco no combate a violência contra a mulher, pois a partir da Lei 11.340, de sete de Agosto de 2006 que tem como símbolo a luta da primeira vítima de tentativas brutais de violência pelo seu marido, à lei ganha o nome da vítima, em virtude da repercussão do caso. Este caso se tornou ícone da luta de abusos físicos, psicológicos e morais sofridos pela mulher, pois retrata aspectos culturais, machistas e patriarcais presentes em nossa sociedade.

O combate à violência contra a mulher adulta requer um diálogo constate com a sociedade refletindo e buscando modificações nas políticas de assistência a esta população. Através da informação e campanha de prevenção para favorecimento de uma mobilização sobre os direitos e orientação sobre o que a sociedade disponibiliza como dispositivo institucional de ajuda a estas mulheres. 

Considerando assim, que a violência contra a mulher adulta tem sido identificada como um fenômeno que impacta um grande número de mulheres e que expõe a violência vitimando não apenas a mulher e sim a família como um todo de uma forma direta e indireta, com isso, faz-se necessário à avaliação das intervenções com a população vitimizada, é preciso então discutir formas de intervenção que auxiliem no atendimento as mulheres vítimas de violência.

No atendimento à vítima, é oportunizada a utilização da terapia como auxílio, neste momento o terapeuta deverá traçar estratégias junto à vítima para que a mesma seja inserida num contexto familiar e social seguro, o mesmo tem a função de auxiliar essa vítima a enfrentar seus conflitos gradualmente, tirando-a do papel de vítima e reestabelecendo o controle da sua própria vida.

A utilização da Terapia com mulheres vítimas de violência, tem se desenvolvido de forma constante e gradual. O que antes era utilizado no tratamento de transtornos mentais que são alterações do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa na vida familiar, social, hoje vem sendo adaptado para intervenção de ordem emocional que é a forma como o organismo reage a um acontecimento, acompanhado por um estado afetivo, penoso ou desagradável. 

Afinal, a violência contra a mulher não deve ser considerada como algo natural, pelo contrário, muitas vezes pode ser agressivo tanto para essa mulher quanto para a sociedade, essa violência está associada à perda de controle contra esse combate, ou seja, contra essa transformação dos papéis de gênero, à medida que a sociedade continuar a fingir que não existe abuso perante a mulher, será difícil conseguir inativar os prejuízos causados por este.

O comportamento destrutivo e a violência sempre estiveram lá, na sociedade, pois, na vida não podemos evitar que as nuvens da desgraça sobrevoem perante nosso dia, no entanto a sociedade tem um enorme compromisso em formar limites a esses agressores e com isso acolher suas vítimas e assim temos o poder de impedir que elas continuem. É de máxima urgência que a sociedade tenha consciência e consiga mudar essa atual realidade. Precisamos falar sobre isso.
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Senado aprova Roberto Campos Neto como novo presidente do BC

O plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (26), com 55 votos favoráveis, 6 contrários e uma abstenção, a indicação do economista Roberto Campos Neto como substituto de Ilan Goldfajn na presidência do BC (Banco Central).

Mais cedo, Campos Neto havia sido sabatinado pelos membros da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado e teve seu nome aprovado por todos os 26 senadores que compõem o colegiado.

Durante a sabatina na Comissão, Campos Neto garantiu que vai atuar pela estabilidade do real e controle da inflação. Ao citar especificamente o sistema financeiro, ele afirma que, apesar da concentração, ainda há competição.

O novo presidente do BC ainda destacou a necessidade da aprovação de reformas estruturais para recuperar a economia nacional. "O Brasil precisa avançar na estratégia de ajustes e reformas. Em particular, mas não apenas, na reforma da Previdência", afirmou aos senadores na CAE.

Perfil do futuro comandante do BC agrada a analistas

Também tiveram seus nomes aprovados Bruno Serra Fernandes e João Manoel Pinho de Mello, que assumirão as diretorias de Política Monetária e de Organização do Sistema Financeiro da autoridade monetária nacional, respectivamente.

Para a presidência da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a indicação de Flávia Martins Sant'anna Perlingeiro foi aprovada pelos senadores com 56 votos favoráveis e 6 contrários.

Perfil

Neto do economista Roberto Campos, ministro do Planejamento no governo do general Castelo Branco e um dos principais expoentes brasileiros do pensamento liberal na economia, Campos Neto chegará à presidência do BC figura no quadro de executivos do Banco Santander há 16 anos.

Atualmente, Roberto de Oliveira Campos Neto é responsável pela Tesouraria da instituição. Formado em economia, ele tem especialização em Finanças pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e é reconhecido por alguns no mercado por seu perfil técnico.

Campos Neto iniciou a carreira no banco espanhol como chefe da área de renda fixa internacional, cargo que ocupou de 2000 a 2003. No ano seguinte, migrou para a gestora Claritas, onde ocupou a posição de gerente de carteiras.

Em 2005, voltou ao Santander como operador e em 2006 foi chefe do setor de trading. Quatro anos mais tarde, passou a ser responsável pela área proprietária de tesouraria e formador de mercado regional e internacional.

Fonte: R7

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Senado aprova Roberto Campos Neto como novo presidente do BC

O plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (26), com 55 votos favoráveis, 6 contrários e uma abstenção, a indicação do economista Roberto Campos Neto como substituto de Ilan Goldfajn na presidência do BC (Banco Central).

Mais cedo, Campos Neto havia sido sabatinado pelos membros da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado e teve seu nome aprovado por todos os 26 senadores que compõem o colegiado.

Durante a sabatina na Comissão, Campos Neto garantiu que vai atuar pela estabilidade do real e controle da inflação. Ao citar especificamente o sistema financeiro, ele afirma que, apesar da concentração, ainda há competição.

O novo presidente do BC ainda destacou a necessidade da aprovação de reformas estruturais para recuperar a economia nacional. "O Brasil precisa avançar na estratégia de ajustes e reformas. Em particular, mas não apenas, na reforma da Previdência", afirmou aos senadores na CAE.

Perfil do futuro comandante do BC agrada a analistas

Também tiveram seus nomes aprovados Bruno Serra Fernandes e João Manoel Pinho de Mello, que assumirão as diretorias de Política Monetária e de Organização do Sistema Financeiro da autoridade monetária nacional, respectivamente.

Para a presidência da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a indicação de Flávia Martins Sant'anna Perlingeiro foi aprovada pelos senadores com 56 votos favoráveis e 6 contrários.

Perfil

Neto do economista Roberto Campos, ministro do Planejamento no governo do general Castelo Branco e um dos principais expoentes brasileiros do pensamento liberal na economia, Campos Neto chegará à presidência do BC figura no quadro de executivos do Banco Santander há 16 anos.

Atualmente, Roberto de Oliveira Campos Neto é responsável pela Tesouraria da instituição. Formado em economia, ele tem especialização em Finanças pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e é reconhecido por alguns no mercado por seu perfil técnico.

Campos Neto iniciou a carreira no banco espanhol como chefe da área de renda fixa internacional, cargo que ocupou de 2000 a 2003. No ano seguinte, migrou para a gestora Claritas, onde ocupou a posição de gerente de carteiras.

Em 2005, voltou ao Santander como operador e em 2006 foi chefe do setor de trading. Quatro anos mais tarde, passou a ser responsável pela área proprietária de tesouraria e formador de mercado regional e internacional.

Fonte: R7

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Vice-presidente quer convívio democrático com a Venezuela

Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira (25), na Colômbia, que o governo brasileiro acredita em uma solução sem “medida extrema”


Mourão participou nesta segunda (25), em Bogotá, de uma reunião do Grupo de Lima que discute soluções para a crise. O Vice- presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira (25), na Colômbia, que o governo brasileiro acredita em uma solução sem “medida extrema”. Mourão deu a declaração durante seu pronunciamento no encontro do Grupo de Lima realizado em Bogotá. Além de Mourão estava presente o Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

O Vice – presidente ressaltou ainda que, no contexto atual, o governo brasileiro reconhece que a Venezuela “Não vai conseguir se livrar sozinha so regime Maduro”. Mourão ainda ponderou que a comunidade internacional deve avaliar a imposição de ainda mais sanções contra o regime chavista. E sugeriu pressão sobre Caracas por parte da ONU-Nações Unidas e a OEA-Organização dos Estados Americanos.

O grupo de Lima foi criado, em 2017, por iniciativa do governo peruano para pressionar Maduro. Além de Brasil e Peru, mais 11 países integram o grupo: Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá e Paraguai.

Por: Mírian Vieira
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Vice-presidente quer convívio democrático com a Venezuela

Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira (25), na Colômbia, que o governo brasileiro acredita em uma solução sem “medida extrema”


Mourão participou nesta segunda (25), em Bogotá, de uma reunião do Grupo de Lima que discute soluções para a crise. O Vice- presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira (25), na Colômbia, que o governo brasileiro acredita em uma solução sem “medida extrema”. Mourão deu a declaração durante seu pronunciamento no encontro do Grupo de Lima realizado em Bogotá. Além de Mourão estava presente o Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

O Vice – presidente ressaltou ainda que, no contexto atual, o governo brasileiro reconhece que a Venezuela “Não vai conseguir se livrar sozinha so regime Maduro”. Mourão ainda ponderou que a comunidade internacional deve avaliar a imposição de ainda mais sanções contra o regime chavista. E sugeriu pressão sobre Caracas por parte da ONU-Nações Unidas e a OEA-Organização dos Estados Americanos.

O grupo de Lima foi criado, em 2017, por iniciativa do governo peruano para pressionar Maduro. Além de Brasil e Peru, mais 11 países integram o grupo: Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá e Paraguai.

Por: Mírian Vieira
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