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| Foto: Carlos Magno |
Planejar e executar ações para consolidar um sistema estadual de referência na elaboração de políticas públicas e atendimento aos desaparecidos e suas famílias.
Esta é a função da Coordenadoria de Desaparecidos que foi implantada na quarta-feira (9), pelo governador do Rio, Wilson Witzel, no Palácio Guanabara. A entidade vincula-se à Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, que tem à frente Fabiana Bentes e será comandada pela a mãe do lutador de MMA Vitor Belfort, Jovita Belfort, que teve a filha, Priscila, desaparecida há 15 anos.
Com a criação dessa coordenadoria voltada para o atendimento às famílias que possuem entes desaparecidos, as políticas públicas direcionadas à melhoria das condições de investigação nesses casos, vai se intensificar, sobretudo, com a integração de secretarias diversas que colaborarão com o sucesso dessa iniciativa. Uma das principais medidas a serem tomadas é a formação de um cadastro único e um dispositivo denominado Alerta Pri (inicial do nome Priscila, irmã do lutador Vítor Belfort).
De acordo com informações da secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Fabiana Bentes, a intenção é de que este dispositivo consiga fazer, a exemplo do que já se verifica nos Estados Unidos, um aviso de que alguma pessoa está em paradeiro desconhecido, com divulgação de seus dados pessoais.
– A coordenação dará ferramentas para que as políticas públicas possam se estender pelos governos seguintes – afirma Bentes. Ela também destaca que esse sistema de alerta Pri pretende firmar um acordo com as empresas de telefonia a fim de que haja, neste caso de desaparecimento, a emissão do aviso.
Sobre a criação do sistema de alerta Pri, a secretária explicou que a ideia é firmar um acordo com as empresas de telefonia para que, a cada caso de desaparecimento, os celulares emitam o aviso.


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