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| Foto: Divulgação/ PGE-RJ |
Caso não haja medida de contingência e futura negociação, o Governo do Estado do Rio de Janeiro pode vir a presenciar um caixa fluminense sem dinheiro já em julho deste ano, de acordo análise feita pelo governador Wilson Witzel. O seu parecer foi dado, enfatizando a necessidade de se promover um aumento da receita estadual, quando da posse ocorrida ontem (9), do procurador-geral do Estado, Marcelo Lopes. Segundo relatou aos presentes à cerimônia, o Rio de Janeiro já conta com uma equipe que engendrará uma força-tarefa com este intuito.
"Estamos realmente com dificuldades. Se não fizermos nenhuma medida de contingência e negociação, vamos chegar em julho sem dinheiro. Temos restos a pagar de mais de R$ 11 bilhões, déficit de R$ 8 bilhões, e precisamos agir, cobrar os sonegadores, cobrar a dívida ativa, nos empenhar", declarou o governador do RJ, Wilson Witzel. Também, na oportunidade do assunto central de seu discurso ontem, Witzel atestou que o trabalho conjunto das secretarias já começará a ser feito, combatendo a sonegação fiscal, por exemplo.
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| Foto: Divulgação/ PGE-RJ |
Apesar de divergências quanto ao montante da dívida existente hoje no Estado do Rio de Janeiro - integrantes do staff estadual de governo e da Procuradoria apontam números diferentes a R$ 70 bilhões, antes do Refis (Programa de Refinanciamento de Dívidas) – fato é que no conjunto das empresas devedoras estão Petrobras (uma das principais em débito com o estado); a Refinaria de Manguinhos; Rodopetro; Arrows; Trim e massa falida da Varig.
Fonte: Coluna do Servidor/O Dia



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